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Sem WhatsApp? Use Hangouts, é de graça!

(Fonte da imagem: Divulgação/Google)

 

O Google Hangouts evolui constantemente e serve para bater papo, criar conversas em grupos, enviar imagens, ligações telefônicas, fazer videoconferências e até enviar SMS. O programa é uma boa opção para quem tem muitos contatos na rede.

O WhatsApp é o app mais popular para a troca de mensagens instantâneas, mas isso não quer dizer que ele é o melhor ou mais apropriado para todos os usuários.

Em tempos em que as operadoras querem barrar o WhatsApp alegando que se trata de um produto “pirata”, não custa conhecer alternativas e garantir a comunicação com os amigos e familiares.

Baixe agora: https://www.google.com.br/hangouts/ (Disponível para Android, iOS)

Acesse pela web: https://hangouts.google.com/

Novo plugin permite salvar documentos do Office no Google Drive

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A Google lançou na última terça-feira (21) um novo plugin que permite salvar documentos criados no Office diretamente na plataforma Google Drive. Assim, você não precisa abandonar a suíte de aplicativos da Microsoft quando está trabalhando no desktop e ainda obtém uma nova alternativa para compartilhar seu trabalho através da nuvem.

Conhecida simplesmente como “Plug-in do Google Drive para o Microsoft Office”, a solução gratuita permite abrir qualquer documento compatível com o Excel, Word ou Power Point armazenado no Drive. Todas as mudanças realizadas são armazenadas automaticamente no serviço da Google assim que você termina de fazer as edições desejadas.

A novidade apresenta suporte para as versões 2007, 2010 e 2013 do Office, além do Office 365 caso você tenha baixado o software e feito sua instalação no computador. Atualmente, o plugin só conta com versões para o Windows e ainda não há previsão de um lançamento em outras plataformas.

 

Publicado em: http://www.tecmundo.com.br/google-drive/83587-novo-plugin-permite-salvar-documentos-office-google-drive.htm

Google Hangouts ganha site próprio para conversas e ligações

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O Hangouts está crescendo. O Google lançou recentemente um site dedicado do Hangouts que oferece tudo que você espera do serviço de mensagens no computador.

Pela página, é possível trocar mensagens instantâneas, criar grupos de conversas, assim como realizar chamadas de voz e vídeo.

O novo site também se junta à uma tendência popular de serviços conhecidos de mensagens que oferecem apps na web, como o Facebook Messenger e o WhatsApp.

No geral, o novo site do Hangouts é bem interessante. Traz belas imagens de fundo que mudam a cada cinco minutos ou algo do tipo. No canto esquerdo da tela, você tem um painel de navegação para mudar entre as conversas, uma lista de contatos telefônicos, e seus contatos do chat.

A parte principal da tela possui três botões grandes para iniciar um Hangout em vídeo, uma ligação de voz ou mensagem de texto, no estilo do Google+. Além disso, há os links de sempre para a sua conta Google e outros serviços da empresa no canto superior direito.

Publicado em: http://idgnow.com.br/internet/2015/08/18/google-hangouts-ganha-site-proprio-para-conversas-e-ligacoes/

Google, Microsoft e Apple vão deixar navegadores 20 vezes mais rápidos

Quando Google, Microsoft e Apple se juntam, certamente, é para algo grande. O mais novo projeto que traz a participação das três gigantes é o WebAssembly, nova abordagem para códigos binários na Internet. A intenção é melhorar a performance de navegadores no carregamento de páginas na rede em até 20 vezes. As empresas farão um esforço conjunto de unificação de códigos e novas tecnologias.

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Atualmente, o padrão é que os browsers usem JavaScript para interpretar seus códigos e permitir que os sites tenham certas funcionalidades, como formas e conteúdo dinâmico. O problema é que os códigos são, basicamente, arquivos de texto baixados de um servidor e compilados pela engine do browser, ou seja, um processo que pode demorar.

Algumas mudanças para otimizar o tempo de carregamento destas informações já vêm sendo feitas. Novos tipos de dados foram adicionados à linguagem e combinados ao asm.js, um padrão de alta performance do JavaScript. Assim, ele consegue chegar a uma velocidade um pouco maior.

Códigos bytecode

No entanto, com o WebAssemply, que usa códigos bytecode, o desempenho fica ainda melhor. Isso porque, com o formato binário, os códigos são comprimidos ainda mais do que os arquivos de texto do JavaScript, fazendo com que os mecanismos de decodificação atuem de forma até 23 vezes mais rápida do que o atual.

O que acontece é que este carregamento é fundamental para o tempo de abertura de uma página na web. Quanto mais rápida for a interpretação dos códigos, melhor a performance de navegação, tornando-a mais eficiente para o usuário final. Termos técnicos à parte, resumindo, o que todas as empresas querem é mais velocidade na hora de abrir um site.

Esforço conjunto

O mais interessante é que todas essas empresas têm as iniciativas próprias de acelerar e de incrementar o JavaScript, como o Typescript da Microsoft, o Native Client do Google e o próprio asm.js, que pertence à Mozilla. Portanto, o WebAssembly promete reunir tudo que há de melhor entre elas.

O objetivo é usar o WebAssembly como padrão em todos os navegadores, garantindo uma performance mais eficiente no carregamento de conteúdo neles. Enquanto isso não acontece, o plano dos desenvolvedores é criar um script JS que seja convertido para o asm.js e possa ser usado em cada browser.

O projeto ainda está bem no começo e nem suas especificações ou design de alto nível foram finalizados por enquanto. Mesmo assim, as expectativas para ele são grandes. Só pelo fato de Google, Microsoft e Apple estarem trabalhando em conjunto, a chance de ele sair do papel é grande.

Publicado em: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2015/06/google-microsoft-e-apple-vao-deixar-navegadores-20-vezes-mais-rapidos.html

Mais segurança no Gmail!

Sabemos que segurança é sempre uma preocupação  no mundo conectado. Por isso hoje, o Gmail está ficando ainda mais seguro, graças a uma política de segurança do conteúdo que chega até você através do correio eletrônico. É o famoso Content Security Policy (CSP).

São muitas as extensões para o Gmail. Infelizmente, algumas não funcionam bem, por isso CSP protege você, impedindo que essas extensões indesejáveis sejam carregadas através de códigos suspeitos.

As extensões mais populares que trabalham bem no Gmail foram atualizadas para o padrão CSP.  Mas sempre é bom lembrar que essa Política de Segurança do Conteúdo (CSP) é apenas mais um exemplo de como o Gmail pode te ajudar a ter uma boa experiência com e-mails.  Para outras dicas e ferramentas que podem te ajudar na internet fale com a gente!

It4Cloud, sua melhor experiência.

Neste Natal, pense sobre o tempo!

Neste Natal, vale a pena pensar sobre o tempo.

Porque ele está passando cada vez mais rápido!

O Natal de 2014 já está chegando e você ainda anda com seu velho relógio de pulso, na esperança de que os anos não passem assim tão rápido. Esforço inútil, diga-se de passagem…

Cazuza já se foi, mas a letra de uma de suas músicas continua atual:
“O tempo não para!”

Neste natal você pode escolher que relógio usar e quando, mudando apenas sua tela. Ah, mas para isso você tem que ter um relógio com sistema Android. Ainda não tem um?!

Está na hora de pensar no seu presente de natal…

Podemos confiar em Nuvens?!

segurança na nuvem

A Computação em Nuvens, ou Cloud Computing, é uma realidade cada vez mais presente na vida de todos nós. Com um sistema operacional disponível na Internet, a partir de qualquer computador e em qualquer lugar, temos acesso a informações, arquivos e programas num sistema único, independente de plataforma. E isso é tão prático, fácil e conveniente, que tem se tornado rapidamente a regra vigente no mercado de TI.

Os mais paranóicos, no entanto, ainda se perguntam: Podemos Confiar nas Nuvens?

Esta já não é uma pergunta pertinente. Com toda a tecnologia da internet passando rapidamente para a Nuvem, em pouco tempo não poderemos mais resistir à ela. A frase correta não seria uma pergunta, mas sim uma exclamação: Temos que confiar nas Nuvens!

Dito isso, a pergunta mais apropriada seria: Podemos confiar em Nuvens baratas demais?

É bom ficar com um pé atrás, principalmente em se tratando de pequenos provedores, afinal já aconteceram alguns desastres. Segundo artigo da CIO:

Alguns provedores chegaram a sumir do mapa, como foi o caso da Nirvanix. A fornecedora de armazenamento em cloud fechou as portas em 2013. A Code Spaces é outro exemplo, que passou por maus bocados depois de ser hackeada e perder dados. Tem também a MegaCloud, que fechou, sem motivos, em 2013.

Isso não significa que pequenos provedores não devam ser escolhidos na hora de contratar serviços de computação em nuvens. Sempre haverá espaço para todo o tipo de fornecedor no cenário de US$ 127 bilhões previstos para a indústria de computação em nuvem. Mas se o que você busca é confiabilidade e segurança, opte por empresas sólidas e com uma gama abrangente de ferramentas, além de um largo ecossistema de aplicações disponíveis em sua nuvem.

Não fique em dúvida, experimente!

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Artigo completo: http://cio.com.br/tecnologia/2014/12/08/da-para-confiar-em-nuvens-baratas-demais/

 

O que virá depois da Nuvem?

Armazenar dados na nuvem ainda é uma novidade. Mas, muito em breve, essa será uma realidade banal. E depois?!

Algumas tendências que podemos esperar:

1 – Escalas enormes

Todos os sistemas serão projetados para processar quantidades gigantescas de dados. Quando sistemas forem desenhados, ninguém perguntará sobre capacidade, porque partirão do pressuposto de que a capacidade poderá ser infinita. Em essência, podemos presumir que sistemas serão projetados para um mundo da “ilusão da infinita capacidade”.

2 – A Internet das coisas será realidade

O CTO da Cisco previu que, em um futuro próximo, um trilhão de dispositivos estarão ligados à internet. Significa que além dos aparelhos com os quais os humanos vão interagir da forma tradicional, como os smartphones, tablets, etc, estaremos cercados por um número muito maior de dispositivos de propósito específico, dedicados a execução de determinadas funções, que se comunicarão com programas centralizados na nuvem e que, por sua vez, irão interagir conosco.

Por exemplo, não vamos precisar olhar para o nosso relógio para saber a nossa pressão sanguínea. O relógio vai medir a pressão e enviá-la para o sistema de monitoramento, que vai gerar um alerta para o profissional de saúde, baseando-se em uma experiência médica e nas especificidades da nossa saúde individual. Usaremos cada vez mais dispositivos como este relógio, equipados com sensores, e ubíquos, a ponto de sequer prestarmos atenção a eles, a menos que haja necessidade.

É por isso que a internet das coisas vai resultar em “aplicativos” muito além do que podemos imaginar.

3 – O custo dos componentes de TI cairá vertiginosamente

Não me refiro a chips ou drives de disco. Falo de cada elo da corrente de fornecedores de TI. Sistemas operacionais, middleware e softwares serão muito mais baratos. Se não, eles serão substituídos por programas open source gratuitos.

Como podemos prever tal coisa? É óbvio: se você vai prever a escala antes, os componentes individuais vão baixar de preço. Hoje, escuto muitas pessoas opinando que vendedores de software “não permitiriam” a mudança para a nuvem para reduzir seus preços ou lucratividade. Tenho novidade para os que compartilham dessa opinião: Os fornecedores não têm escolha.

Se os atuais fornecedores resistirem à tendência, novos participantes com preço amigável irão substituí-los.

Paradoxalmente, os gastos totais em TI aumentarão muito. Em certos setores de cloud computing há muita discussão sobre o Paradoxo de Jevon, que afirma que redução de custos de um bem ou serviço,em vez de reduzir gastos totais, na verdade, os aumenta. Toda nova oferta de negócios contém TI, portanto, o aumento de todas as iniciativas vai aumentar o investimento em TI. A diferença entre essa situação e as circunstâncias atuais é que o setor de TI não será uma função de apoio à função do escritório, mas pré-requisito para lidar com clientes.

4 – TI reestruturará a TI

O lado ruim de ser parceiro de negócios está no negócio. Não ser capaz de oferecer transparência comparável aos serviços comerciais, facilmente contratados, será o beijo da morte.

Na decisão da estratégia de implementação o custo será um entre muitos fatores, incluindo privacidade, requerimentos como largura e latência de banda para os aplicativos, etc, que podem determinar se o aplicativo será implementado interna ou externamente.

A suposição de que a decisão padrão de implementação seja a interna, se tornou uma fantasia. CIOs espertos vão reconhecer que seu papel é gerenciar a infraestrutura, não possuindo equipamentos. Já os menos informados vão ser ultrapassados pelos próprios  usuários. O que já começa a acontecer.

5 – PaaS será o local onde estar

Muitas pessoas pensam da computação em nuvem como máquinas virtuais sob demanda. A indústria está se movendo rapidamente para além disso. Os desenvolvedores de aplicativos perdem seu tempo quando têm de contratar arquitetos para implementar escalabilidade e elasticidade. A infraestrutura deve lidar com isso, liberando os desenvolvedores de aplicativos para focar na funcionalidade do negócio, não no encanamento. O caminho para isso é a adoção do modelo de Plataforma-como-serviço (PaaS).

No pós-nuvem o departamento de TI dependerá muito de PaaS, usando uma organização interna ou externa para gerenciar a funcionalidade básica e a infraestrutura.

6 – Haverá escassez de bons desenvolvedores de aplicativos

O Paradoxo de Jevon significa uma explosão de demanda em TI. Em particular, uma demanda de criadores de aplicativos. Pessoas que saberão como construir ofertas de negócios integrando múltiplos aplicativos em um novo, implementando chamadas para APIs de serviços externos que terão uma demanda muito alta. Mesmo o surgimento do PaaS – paradoxalmente – aumentará a demanda por desenvolvedores de aplicativos.

Texto original em: http://cio.com.br/tecnologia/2014/11/17/o-que-esperar-do-futuro-pos-nuvem/

Google anuncia novo Google Calendar para Android

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Além de revelar novos aplicativos para o Gmail, Google Drive e Maps – que passam a utilizar a interface consistente e dinâmica do Material Design – o Google anunciou uma brusca renovação no Google Calendar, que passa a ter uma interface mais atual e um funcionamento mais responsivo com o Gmail.

De acordo com a empresa, novo Google Calendar foi projetado para ser “um assistente útil”, ao criar eventos com informações a partir de mensagens do Gmail. Se você reservar um voo, comprar bilhetes ou fazer uma reserva de hotel, o Calendar agora cria eventos ao dados relevantes dos e-mails.

Caso os eventos sejam atualizados – por exemplo, se você alterar as suas reservas ou vôos – um alerta é feito aos utilizadores. Além disso, oferece sugestões ao criar eventos e são baseadas nos eventos que você criou anteriormente.

Fonte: http://googlediscovery.com/2014/11/10/google-anuncia-novo-google-calendar-para-android/

Dell lança no Brasil o primeiro Chromebox

A Dell está lançando no Brasil o primeiro Chromebox, focado em pequenas e médias empresas e também no consumidor final que desejam um computador pequeno. O dispositivo funciona de forma similar a um Mac mini, ou seja, basta apenas conectar um monitor, teclado e mouse para ele funcionar como um PC comum.

O Chomebox da Dell é bem pequeno (12,4 cm x 12,4 cm x 4,2 cm) e será vendido a partir de 999 reais. O dispositivo já vem equipado com a 4ª geração de processadores Intel, até 4 GB de memória RAM e 16 GB de armazenamento em disco SSD. De acordo com a empresa, o boot é feito em até 8 segundos.

Dois sabores e Chrome OS

Diversas portas equipam o Chromebox: uma HDMI, uma DisplayPort, quatro portas USB 3.0, uma para cartão SD e uma para rede Gigabit. Além disso, o dispositivo apresenta conectividade WiFi e Bluetooth 4.0.  Você poderá escolher entre os processadores Intel Core i3 ou o Intel Celeron.

O Chromebox vem equipado com Chrome OS, um sistema operacional que roda aplicativos a partir da nuvem e é completamente focado na internet. Os interessados já podem adquirir o dispositivo através do site da Dell.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/chromebook/65704-dell-lanca-brasil-primeiro-chromebox.htm